Showing 14 results

Authority record

Câmara Municipal de Castro Marim

  • PT/CMCM/CM
  • Corporate body
  • XVIII

A formação de Castro Marim como um novo concelho na raia fez-se após a conquista do Algarve, com a outorga da Carta de Foral pelo rei D. Afonso III, a 8 de Julho de 1277. Este diploma assinala simbolicamente a data da fundação da Vila e do seu termo, embora não especifique os limites do seu território. Com a atribuição do Foral, terá sido constituída a primeira Vereação, órgão antecessor da actual Câmara Municipal.

Hospital Ribeira Ramos

  • PT/HRR/CM
  • Corporate body
  • 1933

Em 1910, por testamento público lavrado em sua vida, António Joaquim Ribeira Ramos, solteiro e morador em Beja, deixa 10 000 réis à Confraria de Nossa Senhora dos Mártires, juntamente com outros bens. A doação desses bens à Confraria tinham o encargo de, após o falecimento da sua irmã e usufrutuária vitalícia de todos os seus bens, direitos e ações, Dona Maria Benedita Ribeira Ramos, se fundar na vila de Castro Marim, um Hospital para tratamento dos pobres do mesmo Concelho. O benemérito António Joaquim falece em Lisboa, a 16 de Fevereiro de 1911, mas a doação à Confraria teria de aguardar até 1920, ano da morte de sua irmã, Dona Benedita. A 3 de Junho de 1920, a Confraria de Nossa Senhora dos Mártires consolida a propriedade legada por António Joaquim Ribeira Ramos.
Apesar de não se encontrar concluído , o hospital estaria pronto a funcionar no início de 1933, com um regulamento aprovado em assembleia da Confraria a 15 de Janeiro desse ano , e a tomada de posse do médico Dr. Reinaldo Raul Prazeres, e do enfermeiro José Dias Soares, a 1 de Fevereiro . De acordo com o seu Regulamento, o pessoal efetivo ao serviço do Hospital compunha-se de um médico, um enfermeiro, uma enfermeira e um criado , subordinados à Direção do mesmo.
Os irmãos da Misericórdia de Castro Marim gozavam dos mesmos direitos dos irmãos da Confraria no Hospital e dos pobres: os tratamentos e os respetivos medicamentos seriam administrados e fornecidos gratuitamente. Para tal, a Santa Casa de Castro Marim atribuiria anualmente um subsídio de três mil e seiscentos escudos ao Hospital Ribeira Ramos .
A 29 de Junho de 1941, a Confraria de Nossa Senhora dos Mártires entrega à Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim o edifício do Hospital Ribeira Ramos com todos os seus pertences , findando o seu papel na assistência hospitalar à Vila, iniciada no século XVI, e a Santa Casa da Misericórdia cumpria o seu ensejo de possuir uma instituição assistencial, que até então não se tinha proporcionado.
A administração do Hospital Ribeira Ramos trouxe desafios à Santa Casa, nomeadamente, ao nível dos encargos inerentes ao funcionamento e manutenção de uma instituição assistencial hospitalar . Em termos institucionais, o Hospital contava com os subsídios do Estado, através da Direção Geral dos Hospitais ou da Direção Geral da Assistência , que em alguns casos era reforçado, mediante pedido justificado da instituição. Em situações pontuais, a Comissão Administrativa organizou também Cortejos de Oferendas em prol do Hospital junto da comunidade, como sucedeu em Setembro de 1957 .
Em termos de pessoal afeto, podemos tomar como exemplo o pessoal em Outubro de 1963, quando o Hospital possuía ao seu serviço dois médicos, um escriturário, uma auxiliar de enfermagem, um capelão, uma cozinheira, uma criada e um funcionário, todos com direito a gratificação anual. A auxiliar de enfermagem, a cozinheira e a criada, têm além do salário ou ordenado, alojamento e alimentos fornecidos pela Santa Casa.
O abalo sentido na madrugada do dia 28 de Fevereiro de 1969 provoca a ruína da ala poente do edifício . Inicialmente desabou uma das paredes das traseiras do Hospital, mas as réplicas seguintes fizeram cair a zona da maternidade, do berçário e do escritório. A casa contígua ao edifício ficou também destruída, não pela ação direta do abalo, mas devido aos destroços do edifício . O restante edifício ficou de pé, com algumas paredes danificadas . O terramoto não causou vítimas no hospital, dado que a ultima parturiente tivera alta na véspera e a enfermeira de serviço conseguiu sair do edifício nos últimos instantes .
A partir dessa data, o Hospital Ribeira Ramos tornou-se “inservível” e deixou de prestar o serviço de assistência hospitalar à Vila e ao concelho de Castro Marim . A parte arruinada do edifício é desmantelada graudalmente, primeiro parcialmente, com a demolição das partes que apresentavam maior risco , até à demolição do imóvel no início dos anos 80, para a construção do Lar de Idosos e Centro de dia.

Junta de Freguesia de Altura

  • PT/JA/CM
  • Corporate body
  • 1993

A Junta de Freguesia de Altura, a mais recente do Concelho, foi oficialmente criada a 11 de Junho de 1993 , retirando o seu território de uma parte da área até aí pertencente à freguesia de Castro Marim.

Junta de Freguesia de Castro Marim

  • PT/JFCM/CM
  • Corporate body
  • Séc. XIII

Até ao Decreto de 26 de Novembro de 1830, quando a freguesia entra na administração local portuguesa, a freguesia ou paróquia correspondia a uma unidade religiosa e eclesiástica, onde o pároco podia desempenhar funções do foro administrativo civil .
A Paróquia assumia-se até 1830 como uma subdivisão territorial da diocese, a que correspondia uma igreja paroquias, o pároco e os seus paroquianos. Mais tarde, pelo Decreto de 18 de Julho de 1835 foram criadas as Juntas de Paróquia, geridas por um Comissário de Paróquia, escolhido pelo Administrador do Concelho, a partir de uma lista de candidatos eleita pelos fregueses, e presididas por um Regedor, de eleição indirecta .

Durante a Monarquia Constitucional (1832-1910), a tutela das Juntas de Paróquia, que oscilou entre os órgãos municipais e regionais, bem como os poderes administrativos da paróquia e dos seus representantes, sofreram constantes alterações, ao sabor de várias reformas administrativas.

Com a Lei n.º 621, de 23 de Junho de 1916, as paróquias civis passam então a designar-se freguesias, e a Junta de Paróquia passa a denominar-se Junta de Freguesia, diferenciando desta forma a freguesia enquanto estrutura civil, da paróquia enquanto estrutura eclesiástica .

Junta de Freguesia de Odeleite

  • PT/JFO/CM
  • Corporate body
  • 1830

Até ao Decreto de 26 de Novembro de 1830, quando a freguesia entra na administração local portuguesa, a freguesia ou paróquia correspondia a uma unidade religiosa e eclesiástica, onde o pároco podia desempenhar funções do foro administrativo civil . A Paróquia assumia-se até 1830 como uma subdivisão territorial da diocese, a que correspondia uma igreja paroquias, o pároco e os seus paroquianos. Mais tarde, pelo Decreto de 18 de Julho de 1835 foram criadas as Juntas de Paróquia, geridas por um Comissário de Paróquia, escolhido pelo Administrador do Concelho, a partir de uma lista de candidatos eleita pelos fregueses, e presididas por um Regedor, de eleição indirecta .
Durante a Monarquia Constitucional (1832-1910), a tutela das Juntas de Paróquia, que oscilou entre os órgãos municipais e regionais, bem como os poderes administrativos da paróquia e dos seus representantes, sofreram constantes alterações, ao sabor de várias reformas administrativas.
Com a Lei n.º 621, de 23 de Junho de 1916, as paróquias civis passam então a designar-se freguesias, e a Junta de Paróquia passa a denominar-se Junta de Freguesia, diferenciando desta forma a freguesia enquanto estrutura civil, da paróquia enquanto estrutura eclesiástica .

Junta de Freguesia do Azinhal

  • PT/JFA/CM
  • Corporate body
  • 1830

Até ao Decreto de 26 de Novembro de 1830, quando a freguesia entra na administração local portuguesa, a freguesia ou paróquia correspondia a uma unidade religiosa e eclesiástica, onde o pároco podia desempenhar funções do foro administrativo civil . A Paróquia assumia-se até 1830 como uma subdivisão territorial da diocese, a que correspondia uma igreja paroquias, o pároco e os seus paroquianos. Mais tarde, pelo Decreto de 18 de Julho de 1835 foram criadas as Juntas de Paróquia, geridas por um Comissário de Paróquia, escolhido pelo Administrador do Concelho, a partir de uma lista de candidatos eleita pelos fregueses, e presididas por um Regedor, de eleição indirecta .
Durante a Monarquia Constitucional (1832-1910), a tutela das Juntas de Paróquia, que oscilou entre os órgãos municipais e regionais, bem como os poderes administrativos da paróquia e dos seus representantes, sofreram constantes alterações, ao sabor de várias reformas administrativas.
Com a Lei n.º 621, de 23 de Junho de 1916, as paróquias civis passam então a designar-se freguesias, e a Junta de Paróquia passa a denominar-se Junta de Freguesia, diferenciando desta forma a freguesia enquanto estrutura civil, da paróquia enquanto estrutura eclesiástica .

Results 1 to 10 of 14